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Perguntas Frequentes

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"A água é o veículo da natureza"

Leonardo da Vinci


  • De onde vem a água para o concelho de Vila Flor?
    A água que abastece o concelho de Vila Flor tem proveniência de albufeiras e de captações próprias.

    Obter informação adicional em “SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA”
                                                "ORIGEM DE ÁGUA"
  • A água distribuída pelo Município de Vila Flor é potável?
    A água distribuída pelo Município de Vila Flor cumpre com os critérios de qualidade da água destinada ao consumo humano fixadas pelo Decreto-Lei n.º 306/2007 de 27 de Agosto, sendo por isso POTÁVEL.

    A Organização Mundial de Saúde e a União Europeia consideram como potável a água que pode ser consumida por um indivíduo diariamente, durante toda a sua vida, sem representar quaisquer riscos para a sua saúde.

    As primeiras normas relativas à qualidade da água destinada ao consumo humano surgiram há muitos anos, estipulando a ausência de microrganismos patogénicos e de componentes tóxicos prejudiciais à saúde.

    Com o tempo e o progresso científico registado, tais normas evoluíram e tornaram-se cada vez mais restritas, permitindo assegurar, hoje em dia, um controlo rigoroso da qualidade da água no ponto final de distribuição_ a torneira do consumidor.
  • Como o Município de Vila Flor comprova que a água distribuída é potável?
    Através da realização de análises à água distribuída pela rede pública.

    De acordo com as disposições legais em vigor, o Município de Vila Flor elabora e implementa um Programa de Controlo da Qualidade da Água (PCQA), aprovado pela ERSAR - Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.

    A qualidade da água na torneira do consumidor é analisada de acordo com os parâmetros e a frequência definidos na lei, sendo o número de análises proporcional ao volume de água distribuída, constantes no PCQA.

    Todas as análises são realizadas em laboratórios independentes e acreditados, previamente aprovados pela ERSAR.

    Obter informação adicional em PCQA
  • O Município de Vila Flor divulga os resultados obtidos nas análises da água distribuída?
    Sim. Os resultados das análises são divulgados trimestralmente, conforme estipulado na legislação em vigor.

    O Município de Vila Flor disponibiliza para consulta pública os Relatórios de Qualidade neste site e nos locais habituais dos Paços do Concelho.

    Obter mais informações em RELATÓRIOS TRIMESTRAIS

  • O que deverá fazer o consumidor para garantir a qualidade de água interior da sua casa ou estabelecimento?

    Deverá assegurar:

    _ que a sua rede predial está em boas condições, quer de conservação, quer de manutenção;

    _ materiais utilizados na rede predial em contacto com a água devem ser adequados.

    Nunca permitir a entrada de água de outras origens (poços, minas, etc) na sua rede predial.

    As ligações ilícitas a outras origens de água poderá contaminar a água da rede pública e representar sérios riscos para a saúde.

  • Sendo as amostras recolhidas na torneira do cliente, poderá a rede predial influenciar os resultados da qualidade?
    Sim. O cliente é responsável pela sua rede predial (canalizações, torneiras, etc.).

    Se a rede predial não estiver em boas condições de conservação e/ou manutenção, ou se houver alguma ligação ilícita a outra origem de água, os resultados das análises não serão representativos da água distribuída pelo Município de Vila Flor.

  • Porque a água da rede pública apresenta por vezes cheiro e/ou sabor a cloro?
    O cloro é um agente bactericida (sob a forma de cloro gasoso ou hipoclorito), adicionado à água na etapa final do seu tratamento _ DESINFEÇÃO.

    A desinfeção da água assegura:

    _ proteção contra o risco de contrair doenças infeciosas de origem hídrica ao longo do sistema de distribuição;

    _ qualidade microbiológica da água na torneira do consumidor;

    _ um compromisso entre a eficácia do processo (inativação dos microrganismos), a formação de subprodutos e a garantia de um teor residual ao longo do sistema de distribuição (proteção sanitária).


  • Porque é que por vezes a água da torneira está branca?
    A cor branca deve-se à existência de ar dissolvido na água.

    Esta situação é pontual e passageira, mas importa salientar que a água está própria para consumo.

    Pode deixar repousar a água por alguns minutos, a água volta a ficar límpida vendo-se as bolhas de água a vir à superfície.

    Esta situação pode acontecer após uma intervenção na rede de distribuição de água ou após ensaios às bocas-de-incêndio. 
  • Porque é que a minha água da torneira está turva e com cor de terra ou avermelhada?
    Este aspeto poderá estar associado à presença de ferro na água; o seu aparecimento é normal quando a utilização da água é interrompida por algum tempo e em contacto com o material das tubagens no interior das habitações ou edifícios reage, adquirindo esta tonalidade.

    Esta situação carece de acompanhamento já que o aparecimento constante da cor poderá estar associado a corrosão das canalizações internas, normalmente construídas em ferro, resultando no aparecimento de ferrugem e do sabor a ferro. A solução adequada consiste na sua substituição por canalizações de material não corrosivo.
  • Porque é que por vezes se ouvem ruídos na canalização e a água sai aos “jorros”?
    Após falta de água ou ausência prolongada do local (ex. férias), podem ocorrer ruídos na canalização e ao abrir a torneira a água pode sair aos “jorros”, sendo provocados pela existência de ar nas canalizações.

    Aconselha-se a deixar correr a água durante alguns minutos.
  • Beber água da torneira ou água engarrafada, qual a diferença?
    Beber água da torneira ou água engarrafada é uma questão de escolha pessoal.

    A água da torneira está disponível 24 sobre 24 horas. A sua composição depende do seu ambiente de origem.

    Antes de chegar à torneira do consumidor, a água é submetida a um controlo rigoroso de modo a respeitar as normas restritas de qualidade.

    Por sua vez as águas engarrafadas podem ser águas de nascente ou de origem mineral apresentando teores de sais minerais e de oligoelementos variáveis.

    Algumas são muito ricas em magnésio, outras em cálcio, etc… Nesses casos, é conveniente mudar regularmente de tipo de água engarrafada de modo a equilibrar esses compostos no organismo.

    Dado que a água da torneira não é engarrafada, não produz resíduos (as garrafas de águas produzem cerca de 10 kg de plástico por pessoa, por ano)
  • Posso recorrer a um furo para abastecimento da minha habitação?
    Depende da finalidade e da existência ou não de sistema público de abastecimento próximo da sua habitação.

    Se pretender utilizar a água para consumo humano, só pode realizar um furo se não existir rede pública de abastecimento de água disponível (ou seja, a menos de 20 metros do limite da propriedade), o que deve verificar junto dos serviços de água do Municipio de Vila Flor.

    No entanto, deve ponderar a possibilidade de pagar o adicional relativo à extensão do ramal, na medida em que a execução de um furo implica um volume de investimento inicial significativo, associados a custos de manutenção e preocupações de controlo da qualidade da água.

    Se pretender utilizar a água para outros fins, nomeadamente rega ou enchimento de piscinas, pode fazê-lo.

    No entanto, se os meios de extração utilizados excederem os 5 Cv a sua utilização está sujeita à obtenção de licença junto da competente Administração da Região Hidrográfica (ARH). Já se a potência instalada da bomba for igual ou inferior àquele limite, apenas é necessária uma simples comunicação à ARH.
  • Posso guardar cubos de gelo indefinidamente no congelador?
    A água é um produto alimentar, mesmo no congelador a sua qualidade pode ser alterada.

    Regularmente faça novos cubos de gelo com água fresca.

  • Pode beber-se a água depois de um longo período sem utilização?
    É desaconselhável fazê-lo, pois a água ao ter ficado retida toda a noite, pode ter dissolvido alguns elementos das paredes das canalizações. 

    Para evitar estes problemas, aconselha-se a utilização das primeiras águas da manhã para outros fins, que não a alimentação, como por exemplo, em autoclismos, higiene pessoal e rega de plantas.

    Após uma ausência prolongada, é, também, aconselhável deixar correr a água das torneiras, durante alguns minutos, antes de a utilizar para consumo.
  • Porque é que a água do circuito de água quente não é potavel?
    A água proveniente de um circuito de água quente, esquentador, termoacumulador ou aquecimento central não tem qualidade de uma água potável. Com efeito este tipo de aquecimento provoca-lhe múltiplas modificações.

    Certas bactérias multiplicam-se mais rapidamente com o calor, sobretudo nas zonas do circuito em que a água é morna e não verdadeiramente quente.

    A composição é alternada e a água contém menor quantidade de oxigénio dissolvido. O seu gosto não é agradável e podem formar-se nitritos, que são nocivos para a saúde.

    Os riscos são mais elevados nas casas em que existe um circuito combinado para o aquecimento central e a produção de água quente sanitária. As águas destes dois circuitos podem efetivamente entrar em contacto se o permutador de calor que as separar estiver defeituoso.

    A água quente acelera a corrosão, dissolvendo mais facilmente certas substâncias (cobre, ferro, níquel, zinco…) das paredes dos termoacumuladores e das tubagens.

    É preferível retirar sempre água da torneira de água fria para beber, assim como para cozinhar e preparar bebidas quentes.
  • Posso utilizar a água de distribuição no meu aquário?
    Sim. A água de distribuição pode ser utilizada, para a maioria das espécies de peixes de água doce.

    No entanto, devem ser sempre seguidas as instruções e recomendações fornecidas nas lojas de aquariofilia.
  • Pode-se beber, sem problemas, a água de um poço?
    É preferível não o fazer!

    A água de um poço particular pode ter um bom aspeto ou mesmo um gosto agradável e ser imprópria para consumo humano, por estar contaminada.

    Com efeito, os poços particulares são geralmente pouco profundos e o risco de poluição da água é tanto maior, quanto mais próxima da superfície a água se encontra - os pesticidas, nitratos e bactérias podem, facilmente, infiltrar-se até estas profundidades.

    Como muitas substancias nocivas à saúde não tem gosto, cor ou cheiro, é necessário controlar regularmente a qualidade destes pços.
  • Apresentaram-me um “purificador” de água. O que deverei concluir da experiência apresentada?
    A água destinada ao consumo humano tem na sua composição diversos sais minerais e outros compostos que, nas quantidades adequadas, são benéficos para a saúde humana, o que significa que a água que bebemos não deve ser isenta destes compostos.

    Uma das demonstrações frequentemente realizadas por algumas das empresas fornecedoras de purificadores de água é o da eletrólise da água da torneira, na qual os sais minerais e compostos que existem na água são separados através da corrente elétrica, acumulando-se nos elétrodos colocados dentro da água. A acumulação destes compostos e sais minerais nos elétrodos forma uma película visível, devido à separação dos diferentes elementos químicos naturalmente presentes na água destinada ao consumo humano.

    A segunda parte da demonstração consiste, regra geral, em realizar o mesmo procedimento na água filtrada pelo “purificador” que se pretende comercializar. Esses aparelhos recorrem a processos de osmose inversa ou de permuta iónica, onde os sais minerais presentes na água são retidos, pelo que quando ocorre a eletrólise dessa água não se forma a referida película.

    Nessas demonstrações pretende-se, por vezes, levar o consumidor a acreditar que a água que chega a sua casa pela rede pública tem uma má qualidade. Na verdade, a osmose inversa, ao eliminar os sais minerais dissolvidos na água, transforma uma água mineralizada e equilibrada no equivalente a água destilada, como a utilizada, por exemplo, no ferro de engomar.

    A água purificada por osmose inversa é normalmente utilizada em indústrias farmacêuticas, laboratórios ou outras indústrias que necessitam, em processos fabris, de uma água com elevado grau de pureza, mas não é a mais adequada ao consumo humano. Após a osmose inversa a água terá carência de sais minerais dissolvidos e o seu consumo não é aconselhável, já que, para ter funções biológicas, a água necessita conter sais minerais, como o sódio, potássio, cálcio e magnésio.
  • Estou obrigado a efetuar a ligação à rede pública de abastecimento de água?
    Sim, se existir rede pública de abastecimento de água disponível a menos de 20 metros do limite da propriedade.

    Nestas situações devem ser abandonadas as soluções privativas de abastecimento de água para consumo humano (furos e outras captações) que até aí eram utilizadas.

    As soluções privativas só podem ser licenciadas pela autoridade ambiental nos casos em que as redes públicas não se encontrem disponíveis aos utilizadores.

    As licenças já emitidas podem ser revistas ou revogadas a partir do momento em que passem a estar disponíveis as redes públicas, ou podem mesmo caducar se essa for uma condição imposta no momento da respetiva emissão.

    As autoridades ambientais devem ainda fiscalizar a existência de soluções sem licença ou a manutenção de soluções licenciadas após o utilizador ter disponível a rede pública.

    A obrigação de ligação justifica-se como forma de garantir a qualidade da água consumida e a gestão racional e sustentada dos recursos hídricos.

  • Posso exigir a prestação do serviçosde águas se a rede pública estiver a mais de 20 metros do limite da minha propriedade?
    Não. A lei apenas garante a disponibilização do serviço caso a rede pública se encontre a distância igual ou inferior a 20 metros do limite da propriedade a servir.

    O serviço de água pela importância que reveste para a satisfação de necessidades essenciais dos cidadãos, devem ser prestados de forma tendencialmente universal. No entanto, por questões técnicas e económicas pode não ser viável a extensão das redes de água para servir determinados pontos do território.
     
    Numa situação como a descrita, o proprietário do imóvel deve começar por solicitar informação à entidade gestora quanto ao plano de expansão da rede.

    Quando se verifique que não está prevista a construção de rede que possa servir o imóvel, a possibilidade de tal extensão deve ser analisada caso a caso com o Município de Vila Flor, nomeadamente quanto ao pagamento dos respetivos encargos. 
  • Como é efetuada a ligação à rede pública de abastecimento de água?
    A ligação à rede pública do sistema de abastecimento é assegurada pelo ramal de ligação, que é a tubagem compreendida entre o limite da propriedade e o sistema público de distribuição.

    Um acessório necessário num ramal, normalmente colocado no limite da rede predial, é a válvula de seccionamento para suspensão do serviço de abastecimento.
  • Qual é o limite entre a rede pública e a rede predial da minha habitação?
    A ligação física das redes prediais à rede pública efetua-se através do ramal de ligação, o qual se considera ainda parte integrante do sistema público.

    A instalação dos ramais de ligação é da responsabilidade da entidade gestora.

    No caso do serviço de abastecimento de água, os ramais de ligação correspondem ao troço de canalização desde a conduta da rede pública até ao limite da propriedade a servir, sendo o limite entre a rede pública e a rede predial estabelecido, em regra, pela válvula de seccionamento colocada na via pública, junto ao limite da propriedade.
  • Onde deve estar instalado o contador da minha habitação?
    O contador deve localizar-se no interior dos edifícios, na zona de entrada ou em zonas comuns, consoante se trate de um ou vários consumidores.

    Nos edifícios com logradouros, o contador deve localizar-se no logradouro junto à zona de acesso, podendo igualmente, no caso de vários consumidores, ficar em zona comum no interior do edifício.

    O contador deve estar posicionado de modo a facilitar a leitura e as operações de manutenção e conservação, obedecendo aos critérios definidos pela entidade gestora.
  • Em que situações pode a entidade gestora interromper o meu serviço de águas?
    No caso do serviço de águas, estes devem ser prestados de forma contínua, apenas se admitindo interrupções em situações excecionais.

    O abastecimento de água só pode ser interrompido no caso de se verificar:

    _ Higienização de reservatórios

    _ Deterioração na qualidade da água distribuída ou previsão da sua ocorrência iminente;

    _ Ausência de condições de salubridade no sistema predial;

    _ Trabalhos de reparação ou substituição de ramais de ligação, quando não seja possível recorrer a ligações temporárias;

    _ Trabalhos de reparação ou substituição do sistema público ou dos sistemas prediais, sempre que exijam essa suspensão;

    _Casos fortuitos ou de força maior (acontecimentos imprevisíveis ou inevitáveis que impeçam a continuidade do serviço, apesar de tomadas pela entidade gestora as precauções normalmente exigíveis);

    _ Deteção de ligações clandestinas ao sistema público;

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