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União de Freguesias de Vila Flor e Nabo

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Presidente: José Luís Teixeira de Almeida
Secretário: Nuno Renato Lima Palmeirão
Tesoureiro: Susana Marisa Carvalho da Silva Madeira

Vila Flor

Orago: S. Bartolomeu
População: 2413 hab.
Actividade Económica: Indústria, Comércio e Prestação de Serviços
Feiras: Dias 15 e 28 de cada Mês
Festas e Romarias: S. Bartolomeu – 24 Agosto, S. Sebastião – 20 Janeiro, S. Lourenço no Arco – 10 Agosto
Património: Igreja de S. Bartolomeu, Igreja da Misericórdia, Alminhas, Capela de S. Lourenço, Capela de N. Sr. da Piedade, Capela de N. Sra. da Veiga, Capela de S. Sebastião, Capela de Sta. Luzia, Ermida do Senhor Santo Cristo da Agonia, Casa Africana, Casa do Paço, Casa dos Aragões, Casa dos Capitães Mores, Casa dos Lemos, Casa dos Morais Madureira, Casa dos Seixas Caldeiras, Casa dos Sil, Casa dos Viscondes de Lemos, Casa Paroquial, Casa Soveral Pastor, Fonte das Bestas, Fonte do Olmo, Fonte Romana, Pelourinho, Porta da Vila ou Arco de D. Dinis, Estátua D. Dinis, Museu Municipal, Facho (Atalaia), Quinta dos Castelares, habitat romano, Rua do Saco, Parque de Campismo, Piscina, Miradouro, Santuário da Sra. da Lapa, Rua das Portas da Vila, Praça da República, Largo do Rocio, Portela e Rua Nova.
Gastronomia: Alheiras, Cabrito Assado, Feijoada, Folar, Bolos Doces
Artesanato: Artigos em Madeira, Ferraria, Granito e Latoaria
Aldeias Anexas: Arco

Vila Flor é a sede do concelho. Denominada de Póvoa de Além Sabor, viu o seu nome mudar aquando da passagem de D. Dinis por estas terras. Achando ele este lugar belo e formoso, baptizou-o de Vila Flor e concedeu-lhe um foral em 24 de Maio de 1286.

O povoamento de Vila Flor remonta à época castreja. Podem ver-se vestígios de um Habitat Romano na Quinta dos Castelares. Foram encontrados nesse lugar muitos objectos em cerâmica.

Durante a época medieval foi erguido um castelo defensivo que tinha por objectivo defender as populações e constituir uma primeira barreira aos ataques vindos de Castela. Dessa fortaleza restam poucos vestígios anão ser uma parte do muro e as chamadas Portas da Vila ou Arco D. Dinis.

No largo da Igreja Matriz encontra-se o pelourinho, símbolo da autonomia administrativa desta vila.

Do seu espólio religioso destacam-se a Igreja Matriz, dedicada a S. Bartolomeu. Foi construída no séc. XVIII, substituindo uma anterior demolida em 1708.

Apesar de toda ela ser digna de nota é de destacar o Altar-Mor em talha do séc. XVIII, com um painel de um artista local, Manuel de Moura. As capelas ocupam também um lugar importante. O maior destaque vai para o Santuário da Senhora da Lapa, situado na serra do Facho e constituído por várias capelas. De entre elas destaca-se a ermida da Senhora da Lapa, construída em grande parte numa gruta natural de xisto, onde, segundo a tradição, apareceu Nossa Senhora da Lapa. Ao lado deste santuário fica o miradouro que nos proporciona uma bela panorâmica sobre a vila e parte do Vale da Vilariça. Em Vila Flor existem vários solares brasonados, destacando-se de entre eles três: o Solar dos Capitães de Mores, do séc. XVIII, está armoriado com as armas dos Morais e Castro; o Solar dos Lemos, joanino e setecentista, com capela particular; e o mais antigo dos três é o Solar do Paço, do séc. XVII, está armoriada com as armas dos Sampaios, que foram donatários da Vila.

Digno de nota são algumas ruas: a Rua do Saco, a Rua das Portas da Vila, a Rua Nova (foi rua dos mercadores até ao séc. XVIII) e a Portela, bairro construído por casas muito típicas de xisto e alguns pormenores manuelinos.

Na época estival a vila enche-se de vida, tudo isso devido aos turistas que vêm passar uns dias sossegados ao Parque de Campismo, um local aprazível onde o contacto com a natureza é uma constante, visto este estar rodeado por floresta. Fica situado a cerca de três Km do centro da Vila, na zona do peneireiro, junto à Barragem Eng.º Camilo de Mendonça. Tem um circuito de manutenção e é uma zona de pesca. Os utentes do parque podem também desfrutar do campo de ténis e de um campo de futebol de cinco. Este complexo integra, ainda, a piscina municipal e um parque de merendas.

Arco – Situada a poente da Vila, a 3 kms da sede, o Arco situa-se num vale envolto pelos montes: Figueiteira, Soito, Corriça e Olgas. Foi à volta de um ribeiro que a aldeia foi crescendo, com casas em ambas as margens, com a bênção do Padroeiro, S. Lourenço.

Nabo

Orago: S. Gens
População: 276 hab.
Actividade Económica: Olivicultura, Vinicultura, Horticultura e Pecuária
Festas e Romarias: Festa S. José – 19 Março, Festa S. Gens – 30 Agosto, Festa Nª. Sra. do Carrasco – 2º Domingo Agosto
Património: Igreja S. Genício, Capela N. Sra. Carrasco, Capela Sta. Cruz, Capela N. Sra. Conceição, Cruzeiro Sta. Cruz, Igreja S. Gens, Tapados, Godeiros, Atalaia dos Godeiros e Pala do Conde
Gastronomia: Borrego Assado e Folar
Artesanato: Ferraria e Colchas de Renda

O Nabo situa-se a sudeste da Vila, perto do Vale da Vilariça, na margem direita da Ribeira com o mesmo nome. Nabo, no português antigo, significa Nábam (direito que pagavam os pescadores nos portos alheios, crê-se, um peixe por cada barco, qualquer que fosse a sua lotação), mas como aqui não há barcos de pesca, é possível que o nome lhe venha de Nábulo, que no português antigo significa ou frete ou paga que se dá nas bancas de passagem de qualquer rio.

O microclima de que desfruta permite-lhe ter todos os produtos agrícolas cerca de três a quatro semanas antes que as restantes aldeias.
As suas casas são construídas em granito e possuem varandas tradicionais.

Aldeia rica em história, o Nabo foi, em tempos, povoado pelos romanos, sendo disso exemplo os Tapados, um habitat romano onde se encontram vários fragmentos de cerâmica romana e os Godeiros, ao lado do qual existem indícios da aldeia medieval de Godeiros que é referenciada pelas inquirições de D. Afonso III e no foral de Vila Flor de 1286; na Atalaia dos Godeiros, pode vislumbrar-se ainda os restos de uma torre roqueira. Também rica em monumentos, no meio da povoação está situada a igreja de S. Gens cujo altar-mor é em talha dourada do séc. XVIII, com imagens de arte popular. Perto da capela de Sta. Cruz, no caminho dos Godeiros, existe uma fonte que segundo a fé do povo, a sua água tem poderes curandeiro.

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